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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Parabéns Mato Grosso! Hoje o aniversário é todo seu!


Hino de Mato Grosso em todos os ritmos! Não deixe de ver isso!

Produção cinematográfica realizada pelo Sebrae em Mato Grosso. com direção e roteiro da minha talentosíssima amiga *Bárbara Fontes, para homenagear o Estado que mais cresce no País, seus cidadãos e àqueles que aqui chegaram para essa imensa transformação:




Hino de Mato Grosso

Letra: Dom Aquino Corrêa

Maestro: Emilio Heine


Limitando, qual novo colosso,

O ocidente do imenso Brasil,

Eis aqui, sempre em flor. Mato Grosso,

Nosso berço glorioso e gentil!

Eis a terra das minas faiscantes,

Eldorado como outros não há

Que o valor de imortais bandeirantes

Conquistou ao feroz Paiaguás!


(BIS)

Salve, terra de amor, terra do ouro,

Que sonhara Moreira Cabral!

Chova o céu dos seus dons o tesouro

Sobre ti, bela terra natal!


Terra noiva do Sol! Linda terra!

A quem lá, do teu céu todo azul,

Beija, ardente, o astro louro, na serra

E abençoa o Cruzeiro do Sul!

No teu verde planalto escampado,

E nos teus pantanais como o mar,

Vive solto aos milhões, o teu gado,

Em mimosas pastagens sem par!


Hévea fina, erva-mate preciosa,

Palmas mil, são teus ricos florões,

E da fauna e da flora o índio goza,

A opulência em teus virgens sertões.

O diamante sorri nas grupiaras

Dos teus rios que jorram, a flux,

A hulha branca das águas tão claras,

Em cascatas de força e de luz.


Dos teus bravos a glória se expande

De Dourados até Corumbá,

O ouro deu-te renome tão grande

Porém mais, nosso amor te dará!

Ouve, pois, nossas juras solenes

De fazermos em paz e união,

Teu progresso imortal como a fênix

Que ainda timbra o teu nobre brasão.


*Quem é Bárbara Fontes?

Bárbara Fontes é graduada em Rádio e TV pela UFMT. Trabalha com cinema documentário desde 1994, atuando como diretora, roteirista e montadora premiada internacionalmente. Trabalhou entre 1995 a 1998, no setor de Comunicação Social da ONG Instituto Centro de Vida (ICV) em Cuiabá. Entre 1999 e 2000, estagiou na TV Universidade (UFMT), onde produziu e dirigiu programas de entrevistas e documentários.

Em 2004, lançou o documentário “Arne Sucksdorff: Uma Vida Documentando a Vida”– depois de 10 anos de trabalho sobre a vida e obra do cineasta sueco que morou em Mato Grosso. Em 2005, dirigiu o documentário sobre o Festival Internacional de Coros, para Coordenação de Cultura da UFMT.

Em 2006, lançou o documentário “Vila Bela: Terra de Colores”– produzido através do concurso nacional DOCTV II. Em 2007, foi responsável pela montagem do documentário “Literamérica 2006″. Recentemente roteirizou, dirigiu e montou o musical institucional “Canção Mato-grossense – Hino de Mato Grosso” - para o Sebrae Mato Grosso. Desde 1994, Bárbara Fontes já trabalhou em mais de 20 documentários entre autorais e institucionais. Atualmente busca recursos para a viabilização do documentário “Pantaneiras” e trabalha na pesquisa histórica do longa-metragem de ficção “Adrien” filmagens previstas para 2010.


Símbolos Mato Grosso


Durante o período colonial, o estado do Mato Grosso acatava, e por assim dizer utilizava dos símbolos oficiais de Portugal. Quando da Proclamação da Independência, em 1822, o estado passou a respeitar os símbolos oficiais do Império Brasileiro.

Com a Proclamação da República (1889), cada um dos estados já existentes ou em fase de criação obtiveram o direito de criar e usar seus próprios símbolos, dentre eles Mato Grosso.


Hino

Devido a grande extensão territorial do estado no início de sua formação, abrangendo os municípios de Ponta Porã e Guaporé, hoje respectivamente anexados ao Mato Grosso do Sul e Rondônia; mesmo havendo o desmembramento dos estados (criação do Mato Grosso do Sul) o Mato Grosso continuou sendo o terceiro maior estado brasileiro.

Assim sendo, justifica-se a referência das cidades de Corumbá e Dourados na letra do hino mato-grossense.

Foi Dom Francisco de Aquino Corrêa o autor da letra da “Canção Mato-grossense” reconhecida no ano de 1983 como hino oficial do estado.

Porém, antes disso, a canção havia sido executada e, 1919, pela primeira vez, na cerimônia do bicentenário de Cuibá.

Durante longa data, o hino, mesmo não sendo oficial foi cantado nas escolas; a não-oficialização do hino possivelmente tenha ocorrido por fatores políticos diversos advindos dos sucessores de Dom Francisco de Aquino Corrêa. Com a implantação do “Estado Novo” todos os símbolos oficiais do estado foram abolidos, restabelecendo-se seu uso em todos os estados, sendo que Mato Grosso só apresentava como símbolo a bandeira e o brasão de armas. O hino era oficial para a população mato-grossense tendo sido oficializado pelo governador Júlio José de Campos pormeio do Decreto n. 38, de 03 de maio de 1983.


Bandeira

É o mais antigo símbolo oficial do Estado do Mato Grosso. Foi criada pelo General Antonio Maria Coelho através do Decreto n.2, de 31 de janeiro de 1890; 73 dias após a data de criação da Bandeira Brasileira.

A bandeira mato-grossense em muito se parece com a brasileira, principalmente em suas cores, não em sua disposição. É formada por um retângulo azul, com losango branco; ao centro uma esfera ou globo verde e uma estrela amarela (cinco pontas) tocando as extremidades da esfera.

  • Retângulo Azul: corresponde ao céu, como na bandeira nacional; representa também a evolução de um princípio espiritual, a busca da perfeição.

  • Losango Branco: lembra o culto à mulher, à pureza; significa o zodíaco além da paz, da concórdia na política e, o otimismo e a virtude no lado psicosocial.

  • Esfera ou globo Verde: representa a soberania, a grandeza territorial. O verde caracteriza a esperança, a juventude; busca desenvolver a consciência para a convivência equilibrada e sustentável do homem com o meio ambiente.

  • Estrela Amarela: retrata a humanidade voltada para o firmamento em busca de respostas às perguntas. Este foi um dos mais importantes símbolos dos ideais republicanos. Sua coloração – amarelo – lembra o ouro, uma das riquezas mato-grossenses.


Brasão de Armas

A frase “Virtute Plusquam Auro” chama a atenção para o brasão estadual, sua tradução diz “Pela virtude mais que pelo ouro”.

Dom Francisco de Aquino Corrêa governou o estado no período de 1918 a 1922. No início de seu governo eram muitas as dificuldades, consequência da Primeira Guerra Mundial e da gripe espanhola; para tanto o governante buscou na virtude de seus ideais a solução para os problemas.

Foi durante seu primeiro mandato que Dom Francisco enviou à Assembléia Legislativa a proposta de criação de um Brasão de Armas. Enquanto o estado não tinha seu próprio brasão, a bandeira era o símbolo do estado.

De forma simples e compreensiva, assim é composto o Brasão de Armas do estado do Mato Grosso.

Escudo em estilo português (ponta arredondada) no qual está simbolizado um campo de sinople (verde), uma “montanha” de ouro (amarelo) e, o restante do escudo tomado pelo céu. Sob o céu um braço armado empunhando uma bandeira com a cruz da Ordem de Cristo. No alto do escudo uma fenix de ouro como timbre. Ladeando o escudo dois ramos, um de seringueira e outro de erva-mate entrelaçados pela fita com os dizeres: “Virtute Plusquam Auro”.


Parabéns, Mato Grosso!

Fontes: You Tube e Ambiente Brasil

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

O Morro da Caixa D'Água Velha



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O Morro da Caixa Dágua Velha, abriga o Museu das Águas, que está sob a guarda da Secretaria da Cultura de Cuiabá.

"Trabalhamos com conceitos de democracia, resgate do patrimônio material e imaterial, e o Museu das Águas integrará o trabalho de sistematização dos Museus do Rio e o da Imagem e do Som de Cuiabá", destacou Mario Olimpio, secretário da Cultura. A obra será entregue com a presença do prefeito Wilson Santos e a arquiteta presidente do IPDU (Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano), Adriana Bussiki Santos.

Os trabalhos de resgate foram possíveis graças à série de pesquisas efetuadas durante anos pela historiadora/jornalista Neila Barreto, que já se prepara para lançar uma obra literária com farto acervo de registro de dados e material fotográfico, focando a trajetória existencial das terras cuiabanas. "Trata-se de um resgate do patrimônio histórico material e imaterial de Cuiabá", destacou Wilson Santos, acrescentando que o local será um lugar de efervescência cultural. O prefeito explica que é o primeiro reservatório de água da cidade, que funcionou de 1882 até o início da década de 50, quando a cidade era toda abastecida por esse reservatório. Dessa época para cá, toda a estrutura ficou abandonada.

A parte interna, onde fica o aqueduto, impressiona os visitantes. Este reservatório comportava 1,2 milhões de litros, suficientes para garantir o abastecimento dos 25 mil moradores de Cuiabá.



História - O pequeno aqueduto de estilo romano, conhecido como Morro da Caixa D’água, foi construído em 1882, no Governo da Província de Mato Grosso pelo então governador José Maria de Alencastro. A caixa d´água recebia água aduzida pela Hidráulica do Porto movida por máquina a vapor. Essa caixa abastecia a população cuiabana de água potável por gravidade. Cuiabá vivenciava, dessa forma, a implantação de um novo sistema de abastecimento de água potável, com canos de ferro fundido embutidos no subsolo, mais precisamente na área central da cidade, marcando assim, a concepção do ambiente urbano do município de Cuiabá. O projeto de revitalização do morro e restauração da caixa d'água irá desenterrar, literalmente, a história da cidade de Cuiabá; transformando essa área em um significativo espaço educacional, cultural e turístico. (com assessoria)

Adaptado de:

http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=298073&edicao=11920&anterior=1