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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Justiça de Cuiabá aplica Lei Maria da Penha para proteger um homem


Do UOL Notícias
Em São Paulo

http://donetzka.nireblog.com/blogs1/donetzka/files/raiva-agressao-mulher-bate-em-homem-c-porrete-animado.gif

A Justiça de Cuiabá determinou, de maneira inédita, que um homem que vem sofrendo constantes ameaças e agressões por parte da ex-companheira após o fim do relacionamento seja protegido pela Lei Maria da Penha, criada originalmente com o objetivo de proteger a mulher da violência doméstica praticada pelo homem. As informações são da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A vítima entrou na justiça alegando que vem sofrendo agressões físicas, psicológicas e financeiras por parte da ex-mulher e apresentou vários documentos para sustentar sua acusação, tais como o pedido de exame de corpo de delito, a nota fiscal de conserto de veículo avariado pela ex-companheira e diversos e-mails difamatórios e intimidatórios enviados pela ré.

Por analogia, Mário Roberto Kono, do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá, reconheceu a necessidade de aplicar a Lei Maria da Penha. Segundo o juiz, embora aconteça em número consideravelmente menor, existem casos em que o homem é a vítima de violência doméstica, "por sentimentos de posse e de fúria que levam a violência física, psicológica, moral e financeira."

"Por algumas vezes me deparei com casos em que o homem era vítima do descontrole emocional de uma mulher que não media esforços em praticar todo o tipo de agressão possível. Já fui obrigado a decretar a custódia preventiva de mulheres 'à beira de um ataque de nervos', que chegaram a tentar contra a vida de seu antigo companheiro, por pura e simplesmente não concordar com o fim de um relacionamento amoroso", disse o juiz.

Na decisão, o magistrado enfatizou que o homem não deve se envergonhar em buscar socorro junto ao Poder Judiciário para fazer por um fim às agressões da qual vem sendo vítima. "É sim, ato de sensatez, já que não procura o homem/vítima se utilizar de atos também violentos como demonstração de força ou de vingança, e compete à Justiça fazer o seu papel de buscar uma solução para os conflitos."

Com a decisão de Mário Roberto Kono, do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá, a ré deve se manter a uma distância mínima de 500 metros da vitima e está impedida de manter qualquer contato com o ex-marido, seja por telefonema, e-mail ou qualquer outro meio direto ou indireto. Se não cumprir a determinação, a ré pode ser enquadrada pelo crime de desobediência e até mesmo ser presa.

Fonte: UOL

O blog "Tânia Defensora" (não é por ser da minha esposa, mas...), leva muito a sério e discute com muita propiedade a "Lei Maria da Penha" em todos os seus aspectos. Se você está interessado nesse tema, lá é o lugar.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ginásio Aecim Tocantins e Copa América de Vôlei 2008














O Ginásio Aecim Tocantins foi inaugurado em 31/05/2007 com capacidade para 11 mil espectadores e com todas as exigências e normas internacionais instaladas. É o terceiro maior Ginásio do País perdendo apenas para o Mineirinho e o Maracanazinho.

É nele que acontece até domingo a sétima edição da Copa América de Vôlei.

TABELA

GRUPO A: ESTADOS UNIDOS - CUBA - ARGENTINA

GRUPO B: BRASIL – VENEZUELA – MÉXICO

PROGRAMAÇÃO

Fase Preliminar

24/09 – GINÁSIO AECIM TOCANTINS

17 horas (18h de Brasília) – ESTADOS UNIDOS X CUBA

20 horas (21h de Brasília)- BRASIL X MÉXICO - SPORTV

25/09 – GINÁSIO AECIM TOCANTINS

17 horas (18h de Brasília) - ESTADOS UNIDOS x ARGENTINA

20 horas (21h de Brasília)- BRASIL X VENEZUELA - SPORTV

26/09 – GINÁSIO AECIM TOCANTINS

17 horas (18h de Brasília)- CUBA x ARGENTINA

20 horas (21h de Brasília)- VENEZUELA X MÉXICO

27/09 – GINÁSIO AECIM TOCANTINS

15 horas (16h de Brasília)- SEMIFINAL 1

18 horas (19h de Brasília)- SEMIFINAL 2 - SPORTV

21 horas (22h de Brasília)- DISPUTA DE 5º LUGAR

28/09 – GINÁSIO AECIM TOCANTINS

8h30 (9h30 de Brasília)- DISPUTA DE 3º LUGAR

11h30 (12h30 de Brasília)- FINAL - SPORTV


Torcida Brasileira durante o jogo Brasil x Venezuela, em que o Brasil saiu vitorioso.


sábado, 6 de setembro de 2008

Cururu e siriri: o resgate de duas tradições que colorem Mato Grosso


LUNA KALIL
Enviada especial a Cuiabá (MT)*

Duas manifestações folclóricas típicas da região pantaneira poderiam ter sido extintas se não fosse a dedicação de gerações em passar para frente os versos, passos e seqüências que fazem parte da cultura popular de Mato Grosso. Tradições seculares de origem indígena, mais populares nas zonas rurais e ribeirinhas, o cururu e o siriri não foram registrados em livros, nem em museus. Eles foram passados de geração para geração, de pai para filho, e devem sua sobrevivência à tradição oral. Até hoje, há pouca bibliografia sobre o assunto e os estudos que existem se baseiam normalmente nos relatos e na memória de alguns personagens que, aos 50, 60, 70, 80 e quase 90 anos de idade, contribuem para manter a tradição viva.

Assim como as escolas de samba no Carnaval, os grupos de siriri ensaiam o ano inteiro para, em agosto, mês do folclore mato-grossense, se apresentarem no festival em Cuiabá. Nos meses que antecedem o evento, eles se reúnem de duas a três vezes por semana para o treino.

Durante o festival, são 30 minutos de apresentação para cada grupo, mas que parecem durar uma eternidade. Dos dois lados do palco, os músicos tocam em uma pequena plataforma, dando força à coreografia. Os mais velhos, com lágrimas nos olhos, se orgulham da tradição pantaneira. Os mais novos, que antes tinham vergonha de dançar, mantêm o sorriso no rosto durante quase todo o espetáculo. Na arquibancada, crianças e adolescentes acompanham os passos ao ritmo dos grupos agitando a estrutura de metal. No siriri, ganham vida e interagem nas coreografias elementos de outras culturas, como o bumba-meu-boi e animais como o pássaro tuiuiú e a cobra sucuri.

A mulher que não deixou o siriri morrer

"Você está muito Parintins com esse cinto", diz com humor a turismóloga Ligiane Dauzacker para Dona Domingas, apontando para o cinturão de penduricalhos indígenas que a fundadora do primeiro grupo de siriri de Cuiabá carregava ao redor de seu corpo. Ligiane se referia à tradição folclórica amazonense, que tem alguns elementos semelhantes ao cururu e siriri de Mato Grosso. Dona Domingas caminhava em direção à porta da sala de imprensa, logo após ter dado uma entrevista para os jornalistas de São Paulo e do Rio, levados pela primeira vez para assistir ao festival em Cuiabá.

Dona Domingas é Domingas Eleonor da Silva, uma das lendas vivas da dança popular mato-grossense. "Eu sou uma das mães do siriri", se autodefine a cuiabana de 53 anos, que "há 47 " ajuda a resgatar a o folclore da região. Nascida na comunidade ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio, região onde surgiu a cidade de Cuiabá, foi a primeira mulher de Mato Grosso a tocar o tamborim e ganhou fama por enfrentar de igual para igual cururueiros em roda.

Alfa Canhetti/Divulgação
Apresentação do grupo Flor Ribeirinha, um dos mais tradicionais de Cuiabá, na 7ª edição do Festival Cururu Siriri

VEJA MAIS FOTOS DE CURURU E SIRIRI

Hoje preside a Federação das Associações dos Grupos de Cururu e Siriri do Estado de Mato Grosso, que, recentemente, ganhou até uma sala dentro da Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá. "Enquanto eu for a presidente das associações, o festival será gratuito, para dar oportunidade para quem quiser ver."

A cuiabana, que fundou há 17 anos o grupo Flor Ribeirinha, um dos mais conhecidos na capital mato-grossense, diz ter no sangue a tradição indígena da dança e da música.

Siriri e cururu

'Brincar de dançar o siriri' é uma prática também encontrada no Nordeste e em outros Estados brasileiros. Em Mato Grosso, ele é dançado por crianças, homens e mulheres em rodas ou fileiras formadas por pares, que acompanham toadas cujos temas mudam de verso para verso e cujas composições exaltam santos, cidades, a natureza e até pessoas. Tocado em festas e reuniões, a origem do nome siriri é obscura e alguns acreditam ter esse nome em referência a um bicho homônimo.

Na dança, as meninas e mulheres mexem as longas e coloridas saias (com estampas florais) e batem os pés descalços no chão, um ritual que serve para tirar o mau espírito, que, segundo Dona Domingas, é mantido para não desapontar a tradição indígena; os homens e meninos acompanham a toada e os passos com palmas e pisadas fortes. "Eles usam sapatos porque fazem uma espécie de sapateado", explica. Os grupos de siriri têm diferenças entre si: há alguns mais lentos e outros têm batidas distintas na viola de cocho. "As diferenças valorizam a tradição. Por isso, devemos manter cada grupo do jeito que eles são."

"O cururu é pra cantá;
o cururu é pra dançá,
e agora vamos falá;
da linda Cuiabá"
(estrofe da composição "Avoa, Avoa Tuiuiú")

Veja vídeo sobre o Festival Cururu Siriri 2008:


O cururu é um ritmo tocado somente por homens que se vestem elegantemente, com improvisações e repentes elaborados na hora. Alguns versos são feitos de improviso, outros já estão na memória do povo. Segundo contam os "mestres", no passado, os versos eram feitos, entre outras coisas, para conquistar mulheres. O ritmo se apresenta em roda e, ainda hoje, mantém a característica de desafio, em letras que exaltam as belezas naturais da região, como a Chapada dos Guimarães e a fauna do Pantanal, e temas religiosos.

A viola de cocho, elemento essencial

Típica da região pantaneira, a viola de cocho é um dos instrumentos-base do cururu e do siriri. Mesmo com poucas notas, é um elemento fundamental para o ritmo. Esculpidas em madeira inteiriça de vários tipos, são feitas artesanalmente e levam cerca de oito dias para ficar prontas. Geralmente, medem 70 cm de comprimento e 25 de largura. São cinco cordas, confeccionadas de vários tipos de materiais, entre eles, a fibra vegetal e a linha de pesca.

Além da viola, o cururu e o siriri também são acompanhados pelo ganzá, conhecido como reco-reco, e pelo mocho ou tamboril, espécie de banco de madeira com assento feito de couro cru, instrumento que não pode parar de ser tocado durante a apresentação, já que sua batida é essencial para os ritmos. Para fazer cururu são necessários pelo menos dois cantadores, um tocando viola de cocho e outro ganzá.

Um dos produtores do instrumento mais requisitados do Estado é Alcides Ribeiro, filho de um dos cururueiros mais antigos de Cuiabá, Caetano Ribeiro dos Santos, conhecido por Seo Caetano, de 83 anos. Manoel Severino de Morais, 79, outro mestre do cururu, também ajuda na produção caseira do instrumento, que pode custar até R$ 480. Em Mato Grosso, há mais de 50 artesãos que produzem a viola de cocho.

Artesão mostra como produz a viola de cocho; veja:


O festival que acontece em agosto

Há sete anos, a festa elaborada para celebrar manifestações culturais típicas reúne grupos de todo o Estado e resgata a origem das culturas da região pantaneira. "Um povo sem cultura não existe", diz Dona Domingas.

O festival, que este ano aconteceu de 28 a 31 de agosto, é uma espécie de Carnaval típico e exclusivo de Mato Grosso. Logo após o término do evento, figurinistas, maquiadores, coreógrafos e professores talentosos já começam a trabalhar na preparação do ano seguinte, em que são escolhidas novas toadas, assim como os sambas-enredos do Carnaval, e são preparadas as novas coreografias. Os santos homenageados costumam acompanhar os grupos dentro e fora dos palcos e figuram entre os elementos cruciais das apresentações.

Segundo Dona Domingas, a parte religiosa serve para estimular o grupo. "Sem ela, a dança perde a força." Em 2008, o grupo Flor Ribeirinha homenageou a Nossa Senhora do Pantanal.

Festival Cururu Siriri de Cuiabá
Quando: em agosto
Onde: na praça Cururu Siriri, na região do porto, em Cuiabá (MT)
Quanto: entrada franca
Mais informações: www.festivalcururusiriri.com.br

* A jornalista LUNA KALIL viajou a convite da organização do festival

Fonte: UOL Viagem

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Previsão Meteorológica para hoje, do Jornal da Band ontem à noite:


Cuiabá


Temperatura:

40 Graus Centígrados

Umidade Relativa do Ar:

Entre 10 e 15%

(a mesma do Deserto do Sahara)


DEFESA CIVIL
Recomendações para o período de baixa umidade relativa do ar

ouvir conteúdo download

LOCUÇÃO JHONATÃ GABRIEL / CRISTINA AZEVEDO
Rádio/Secom-MT

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, por meio da Superintendência de Defesa Civil alerta a população para os problemas decorrentes da baixa umidade relativa do ar e faz recomendações para este período./ Nesta época do ano normalmente não chove em Mato Grosso e o número de queimadas aumenta./ Se não foram tomados alguns cuidados, esses dois fatores aliados podem causar complicações respiratórias devido ao ressecamento das mucosas e também da pele; sangramento do nariz; irritação dos olhos, eletricidade estática nas pessoas e em equipamentos eletrônicos, além do aumento potencial de incêndios em pastagens e florestas./

Quando a umidade relativa do ar estiver entre 20 e 30% é considerado estado de ATENÇÃO./ Nesse caso devem ser evitados exercícios físicos ao ar livre entre as 10 da manhã e as 4 da tarde./ O ambiente deve ser umidificado através de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água./ Sempre que possível, permanecer em locais protegidos do sol e em áreas arborizadas./ Aumentar a ingestão de líquidos./ Trajar roupas claras, fazer refeições leves, evitar banhos mornos ou quentes e uso excessivo de sabonete com o objetivo de não prejudicar a oleosidade natural da pele./

Agora, se o índice informado pelos órgãos competentes for entre 12 e 20%, este já é considerado estado de ALERTA./ Deve-se observar as recomendações do estado de ATENÇÃO./ Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre as 10 e as 16 horas./ Evitar aglomerações em ambientes fechados./ E se houver irritação nos olhos e narinas, procure o centro de saúde mais próximo da sua casa./

Quando o índice estiver abaixo de 12%, a situação já é de EMERGÊNCIA./ Neste caso deve-se observar as recomendações para os estados de ATENÇÃO e ALERTA./ Interromper qualquer atividade física ao ar livre entre as 10 da manhã e as 4 da tarde como as aulas de educação física, coleta de lixo e entrega de correspondência./ Suspender as atividades que exijam aglomerações de pessoas em recintos fechados como salas de aula e cinemas também entre 10 e 16 horas, pois é o período onde se identifica a menor umidade do ar durante o dia./ Os ambientes internos também devem ser umidificados, em especial os quartos de crianças, idosos e os quartos de hospitais.//

Fonte: http://www.secom.mt.gov.br/

terça-feira, 22 de julho de 2008

Pra mim foi um verdadeiro e delicioso "depoimento"...


No Bico de um Tuiuiú


O tempo em que morei em Campo Grande (MS), quando criança, me ensinou lições, cuja riqueza, até hoje, não alcanço compreender. Paulistinha metida à besta, logo, logo, eu já chamava todo mundo de "guri", "guria" e fazia careta para tomar tererê. Comia muito churrasco na Cabana, Av. Afonso Pena e saía dançando pelo restaurante, ao som das "guaranyas". A harpa tocava e eu imergia... Há uma (a minha favorita), "Saudade", de autoria do escritor mineiro Mário Palmério, que a compôs quando foi embaixador do Brasil no Paraguai, e diz assim:


"Si insistes en saber lo que es saudade,
Tendrás que antes de todo conocer,
Sentir lo que es querer, lo que es ternura,
Tener por bien un puro amor, vivir!
Después comprenderás lo que es saudade
Después que hayas perdido aquel amor
Saudade es soledad, melancolía,
Es lejanía, es recordar, sufrir!"

A gente também logo aprende que Campo Grande é a capital do estado do Mato Grosso DO SUL, e não do Mato Grosso, como o resto do país teima em afirmar. A capital do MT é Cuiabá, CUI-A-BÁ! Terra quente, 40o.C à sombra, no verão! rs E "Centro Geodésico da América do Sul"! rs Cuiabá também é parte desse tempo em que fui "moreninha" e estudava com os "bugres" (que me davam alegremente a sua merenda de farofa de paçoca... rs). O que mais me lembro de Cuiabá tem justamente a ver com um imenso azul, escancarado no céu, e muito calor, do clima, da exuberante natureza, humano.

Aliás, Deus caprichou quando fez o MT. Se bem que o Pantanal está 2/3 no MS, que fique bem claro rs, o MT tem 1/3 do Pantanal, tem o cerrado e um bom pedaço da Amazônia. A Chapada dos Guimarães fica lá também. Precisava tanto? Não é à toa que o meu amigo Oscar Luiz é biólogo! O que mais se pode fazer no MT, além de se fartar da natureza? (É preciso outra coisa pra ser feliz?). O negócio é se imiscuir, promiscuir, rolar na lama, brincar com capivara e se esconder do tuiuiú. Sim, em pleno Pantanal, de madrugada, minha família e eu corremos para fugir do tuiuiú, cujo canto forte nos afugentou para dentro da Belina do meu pai. O Tuiuiú veio, passou e nós não o vimos, mas eu nunca vou me esquecer do frisson daquele instante, fugindo do que eu pensava fosse um pterodátilo!

Tudo isso porque, hoje de manhã, abro o diHITT e encontro a mensagem do Oscar, avisando que o Babel tinha recebido um presentinho do Flainando na Web, um dos seus maravilhosos blogs. Aliás, esse amigo querido é apaixonado pelo MT e por sapos. Fazer o que, né? rs (veja a lista dos blogs do Oscar abaixo.)

Oscar, amigo, eu estou aqui, outra vez, suja de terra e de pé no chão, desde o instante em que recebi o teu recado. Foi uma honra o mimo e um sonho reativar essas lembranças. Um beijo muito carinhoso para você e muito obrigada!


Letícia é alguém especial! Tem o carinho, o carisma e a simpatia como marcas registradas.
Conduz também com o mesmo carinho e competência o inusitado "Babel Ponto Com" um blog diferente de tudo o que você já viu, por ser editado em várias línguas.
Jornalista instigante, sempre em busca do que há de mais enriquecedor, me emocionou ao escrever as palavras acima.
É mesmo um privilégio ter esta moça como amiga!
"Letícia Castro"... Grave bem esse nome! Quando ela for uma celebridade, você vai dizer: "Bem que o Oscar falou..."!
E eu? Bom, eu só vou sorrir...
Muito obrigado, minha amiga!
E se eu fosse você que está me lendo agora, ia correndo ler o blog dela:

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Reciclagem de Óleo de Cozinha em Cuiabá e Várzea Grande!


http://maisumteko.files.wordpress.com/2008/03/reciclaroleocozinha.jpg

A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia pode contribuir para diminuir o aquecimento global. O professor do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Alexandre D'Avignon, explica que a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera. O metano é um dos principais gases que causam o efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. Segundo ele, o óleo de cozinha que muitas vezes vai para o ralo pia acaba chegando no oceano pelas redes de esgoto.

Em contato com a água do mar, esse resíduo líquido passa por reações químicas que resultam em emissão de metano. "Você acaba tendo a decomposição e a geração de metano, através de uma ação anaeróbica [sem ar] de bactérias".

Mas o que fazer com o óleo vegetal que não será mais usado? A maioria dos ambientalistas concorda que não existe um modelo de descarte ideal do produto. Uma das alternativas é reaproveitar o óleo de cozinha para fazer sabão. A receita é simples e está no final desta matéria.

D'Avignon defende que quanto mais o cidadão evitar o descarte do óleo no lixo comum, mais estará contribuindo para preservar o meio ambiente. Segundo ele, uma das soluções é entregar o óleo usado a um catador de material reciclável ou diretamente a associações que façam a reciclagem do produto.

"Se nós conseguirmos dar algum valor de compra desse óleo para o catador, para que ele seja usado na produção de biodiesel, a gente vai fazer com que haja um ciclo de vida desse produto, para que ele volte para o sistema produtivo e produza biodiesel e isso substitua o consumo de óleo diesel", sugere o professor.



Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha

Material:

5 litros de óleo de cozinha usado
2 litros de água
200 mililitros de amaciante
1 quilo de soda cáustica em escama

Preparo:

Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente
Coloque, com cuidado, a água fervendo
Mexa até diluir todas as escamas da soda
Adicione o óleo e mexa
Adicione o amaciante e mexa novamente
Jogue a mistura numa fôrma e espere secar
Corte o sabão em barras


ATENÇÃO: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.

Por: Irene Lôbo

Fonte: Agência Brasil



Aqui em Cuiabá e Várzea Grande já temos o serviço de coleta de óleo de cozinha usado. Você ajuda o meio ambiente e ainda ganha uma graninha!
=)

http://item.slide.com/r/1/244/i/-eghMsXl7j96MbYmd_lWzOmdd5SOY2Fr/

segunda-feira, 26 de maio de 2008



No ano em que Mato Grosso comemora os 100 anos da primeira exibição de um filme na capital mato-grossense, o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá chega à sua 15ª edição. Nascido no ano de 1993 como "1ª Mostra de Cinema e Vídeo de Cuiabá", em 2008 abre uma perspectiva de revigoração do audiovisual no Estado.

Conforme o organizador Luiz Carlos Borges, a intenção deste evento é melhorar cada vez mais o canal de comunicação entre o cinema local e o Brasil. "O nosso cinema está 'bombando'. Este ano vamos exibir 17 longas-metragens", comemorou. Este ano serão exibidos mais de 100 filmes, durante 10 dias de programação, que tem início no dia 22 deste mês e vai até o dia 31. As exibições serão no Multiplex Pantanal, localizado na avenida historiador Rubens de Mendonça, CPA. Todas as mostras, competitivas e não competitivas, do 15º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá serão gratuitas. Também estarão abertas ao público todas atividades paralelas do evento, que incluem seminários, oficinas, debates do cinema brasileiro e a "Mostra 100 Anos de Cinema em Mato Grosso", cuja data é tema do Festival.

"Essa é uma ocasião única para o público mato-grossense conferir o que há de melhor no cinema nacional, uma vez que muitos deles não chegam às locadoras e tampouco entram em cartaz nos cinemas comerciais", lembrou o diretor de programação do evento, Diego Baraldi.

Homenageado

O homenageado deste ano será Reynaldo Paes de Barros, cineasta mato-grossense que nasceu na fazenda Pindaival, município de Santo Antonio de Leverger e representa a trajetória centenária do cinema em Mato Grosso. Um cinema de terras distantes, lendárias, onde a realização de um filme é quase um ato heróico. Nesse sentido, o Festival exibe em sua programação três trabalhos de Reynaldo na sessão do homenageado: "Pantanal de Sangue", de 1971; "No Pantanal do Piquery", de 1975; e "Pantanal Até Quando", de 1978.

Programação

Na programação geral, o Festival irá oferecer quatro categorias competitivas: 17 longas-metragens, 15 curtas-metragens, 12 vídeos, sendo quatro mato-grossenses e 11 vídeo-clipes mato-grossenses, além de outras oito mostras: Três "Curta Latino", "Curta Mais", "Cinema Vai à Escola", "Sessão Especial", "Vídeos do Mato", "Curta Centro-Oeste", "100 Anos de Cinema em Mato Grosso" e "Festival no Bairro", que reunidas exibem mais de 40 produções cinematográficas.

Atividades paralelas

Além de trazer o que há de melhor na produção nacional, o Festival buscou oferecer uma série de atividades paralelas, que visam à formação de profissionais, como oficinas e seminários, reflexão acerca do audiovisual (debates do cinema brasileiro, encontro de pesquisadores em audiovisual, encontro do fórum dos festivais), além da formação de platéia crítica.

Além de informação e entretenimento gratuito, é importante ressaltar que neste ano espera-se que o Festival e suas ações recebam um público superior a 30 mil pessoas, durante 10 dias de programação. Em 2007, o Festival e atividades desenvolvidas paralelamente reuniram uma platéia superior aos 25 mil expectadores.

Primeira sessão em Cuiabá

Da primeira sessão em 1908 promovida pela firma Silva & Irmãos que adquirira o cinematógrapho da firma paraguaia Mendez & Nascimento, a exibição cinematográfica na capital do Estado, Cuiabá, tem como principal característica a ocorrência em espaços precários e extremamente inadequados à atividade. Caso a parte foram as memoráveis salas do Cine Tropical e Cine Bandeirantes que não sobreviveram à virada do centenário.

Programação: Você encontra no Site Oficial do Festival

Site Oficial do Festival: http://www.cinemaevideocuiaba.org/2008/

Fonte: adaptado de TV Centro América

Agora, divirta-se!


terça-feira, 6 de maio de 2008

Maria da Penha, a própria, em Cuiabá...

Post "terceirizado" a quem foi e entende do assunto...

Maria da Penha - simplesmente surpreendente!


Pois é. Foi o que achei dessa cearense que fez de seu drama pessoal uma bandeira de luta. Bem, não vou reproduzir aqui todas as palavras da bioquímica Maria da Penha, mas algumas passagens faço questão de multiplicar. Citando Martin Luther King: "o que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons," a oradora relatou sua história de vida. Ao contrário do que li em algumas mini biografias, o marido de Maria da Penha começou a mal trata-la logo depois do nascimento de sua segunda filha. Tal período coincide com a sentença de naturalização de Marco Antônio Heredia, que era colombiano. Maria da Penha já não tinha mais utilidade para ele. É claro que ela falou em divórcio, mas ele desconversava. Quando se casou, Maria da Penha pensou que seria para sempre, mas o laço que a unia ao marido começou a se desfazer três anos após a cerimônia. Ainda assim, ela teve mais uma menina. Em 1983 ela sofreu o primeiro atentado, suas três filhas eram totalmente dependentes dela (...) (continue lendo AQUI).

Se a Tânia, se surpreendeu, eu também estou surpreso...

domingo, 13 de abril de 2008

Conheça um pouquinho de Cuiabá - MT



O primeiro homem branco a pisar terras cuiabanas, a quem a história registrou, foi o bandeirante paulista Manoel de Campos Bicudo, no período de 1673 a 1680. Chegou à confluência do Rio Cuiabá com o Coxipó, batizando-o de São Gonçalo e seguiu adiante na tentativa de descobrir as célebres Minas dos Martírios.

Seu filho, Antonio Pires de Campos, em 1718, acampou no mesmo local, que rebatizou como São Gonçalo Velho, e guerreando com os índios coxiponés, aprisionou dezenas para vendê-los em São Paulo.

No fim desse mesmo ano Paschoal Moreira Cabral chega de novo a São Gonçalo para aprisionar índios, mas os seus bandeirantes terminam por encontrar ouro. Em 1719, em São Gonçalo Velho, a 8 de abril, Moreira Cabral lavra a ata de fundação de Cuiabá. Dois anos depois o arraial foi mudado para o Rio Coxipó acima, no local denominado Forquilha, e em outubro de 1722, com a descoberta das Lavras do Sutil, no córrego da Prainha, todo o arraial da Forquilha foi para ali transferido. Hoje, as Lavras do Sutil, se situam sob a Igreja do Rosário, em pleno centro da capital.

A 1º de janeiro de 1727, Cuiabá recebe foro de vila por determinação do Capital General de São Paulo, passando a se chamar Villa Real do Senhor Bom Jesus do Cuyabá. Em 17 de setembro de 1818, por Carta Régia de D. João VI, a vila do Cuiabá é elevada à categoria de cidade.

Muitas hipóteses já foram dadas, no correr dos tempos, sobre o significado do nome Cuiabá. Fazedor de cuia - gente caída - cuia que vai - índios Cuiabases - homem que faz farinha - índio do Pantanal - Pantanal mato-grossense - madeira líquida - lugar de pesca com arpão - cuia rodando - gente forte - índio das águas - nação das cuias - mulher corajosa.

Mas essas explicações vão muito mais pela lenda e tradição do que pela referência a registro histórico confiável.

Recentemente, apareceu uma nova teoria, bastante sólida e documentalmente bem instruída, baseada em uma carta do padre Jesuíta Agostinho Castañares a D. Rafael de la Moneda, Adelantado da Província do Paraguay, escrita em Assunção em 16 de setembro de 1741.

A esse padre fora dada a incumbência de efetuar certas diligências, pelo governador paraguaio, com a finalidade de constatar se as minas de Cuiabá e de Mato Grosso estavam ou não em território castelhano.

O padre Agostinho Castañares, em dado momento de sua informação, textualmente diz:

[...] Está fundada dicha ciudad, segun tengo entendido, al princípio del lago de los Jarayés, yendo de aqui de esta banda del rio en tierra confinante con la de la Assunción, sobre el Arroyo Cuyaverá, que segun el mapa entra del este en el rio Paraguay, y del arroyo tomaria la ciudad la denominación de Cuyabá.



Foto: Rio Cuiabá

Assim, provavelmente os índios Paiaguás, em suas atentas perambulações por todo o pantanal, observando essa interessante ocorrência, a quantidade de lontras e ariranhas que no Rio Cuiabá tinham o seu habitat natural, chamaram-no KYYAVERÄ ou Rio da Lontra Brilhante. Por corruptela de palavra, por aglutinação etimológica, virou CUYAVERÁ mencionado pelo Padre Agostinho Castañares em sua carta de 1741. E obviamente os bandeirantes pioneiros, ainda no século XVII, em suas incursões pela região das Vacarias, por corruptela etimológica, transformaram o rio CUIAVERÁ em CUIAVÁ, e por conseguinte, CUIABÁ, com que, no início do século XVIII, os bandeirantes batizaram o nome do arraial (...y del arroyo tomaria la ciudad la denominación Cuyabá...).


Foto: Rio Cuiabá, ponte Sérgio Mota que liga Cuiabá e Várzea Grande



Características gerais

Cuiabá foi fundada no dia 08 de abril de 1719, sendo a Vila Real instalada a 1º de janeiro de 1727. Foi elevada à cidade no dia 17 de setembro de 1818 e declarada definitivamente capital no dia 28 de agosto de 1835.

A sua população, de acordo com dados preliminares do mês de agosto de 2000 do Censo do IBGE, era de cerca de 482.000 habitantes.

O clima de Cuiabá é caracteristicamente tropical úmido, mas apresenta quedas de temperatura no período entre maio e julho.

As mais altas temperaturas ocorrem entre os meses de agosto e outubro, sendo que neste último tem início o período chuvoso, que se prolonga até março. As festas tradicionais de Cuiabá são: Senhor Bom Jesus de Cuiabá, padroeiro da cidade, no dia primeiro de janeiro, Senhor Divino, na segunda quinzena de maio, Santo Antônio, São João e São Pedro, no mês de junho, São Benedito, no primeiro domingo de julho.

Os pratos típicos dão destaque aos peixes da região, notadamente o pacu, o pintado, a piraputanga, o bagre e outros mais, que podem ser oferecidos tanto frito como ensopado. A carne de gado também é fartamente usada, como churrasco ou em forma de carne seca com arroz, que é o tradicional prato conhecido como “Maria Izabel”. A banana da terra se notabilizou como farofa, mas a banana tem o seu lugar na preferência regional.

Também são tradicionais bolos de queijo, de arroz, de mandioca e o francisquito. Os doces cuiabanos são famosos, com destaque para o furrundu, feito com mamão, rapadura e coco, e o caju em calda e o caju cristalizado. Entre as bebidas típicas, são apreciados os licores de piquí, de leite, de figo, de lima e de banana, não podendo ser esquecido o salutar guaraná ralado e suas diversas qualidades medicinais.






Folclore DANÇAS TÍPICAS

Principais Danças, Ritmos e Folguedos


RASQUEADO:

A musicalidade mato-grossense utiliza-se de instrumentos artesanais típicos da Região, como viola de cocho, mocho e ganzá. No século 19, após a Guerra da Tríplice Aliança, com a chegada de imigrantes da Região platina, foram introduzidos instrumentos como violão, piano, violino e flauta, até Então restritos à elite local. Da união dos imigrantes com os ribeirinhos surge o rasqueado, um ritmo genuinamente mato-grossense, também conhecido como "limpa banco".




SIRIRI:

Um dos folguedos mais populares e antigos do Estado, o siriri é dançado por homens, mulheres e crianças. Possui uma coreografia em roda ou fileiras formada por pares que se movimentam ao som da viola de cocho, mocho e ganzá.

CURURU:

A assim como o siriri, o cururu é uma das mais fortes expressões culturais da nossa Gente. Executado especialmente por homens, que dançam e cantam em louvor aos santos de Devoção, citando passagens da Bíblia, saudando pessoas da comunidade ou fazendo referência aos acontecimentos políticos.





Principais pontos turísticos

Foto: Tirada do mirante do Parque Mãe Bonifácia, ao fundo paredões da Chapada dos Guimarães.


PALÁCIO DA INSTRUÇÃO

Localizado no centro de Cuiabá, possui o Museu Histórico que retrata Mato Grosso do período colonial à República e Museu de História Natural e Antropologia, com exposição de pesquisas técnico-científicas ligadas ao Centro de Zoologia, Botânica, Antropologia e Paleontologia do Estado. Abriga também o Museu de Arte Sacra e pode ser fechado para restauração entre 2003 e 2004. Praça da República, 151, Centro, Cuiabá.


MUSEU DO RIO



Ao visitar este museu o turista vai conhecer a história do rio Cuiabá. Dispõe de programação cultural e proporciona visita ao Aquário Municipal que fica ao lado. Constituído de várias salas oferece exposições de fotos e de artesanato local. Aberto de ter. a dom. das 9h às 18h, entrada franca. Av. Beira Rio s/nº, Porto, (65) 623-1440.


SESC ARSENAL


Criado com o nome de trem de guerra, foi construído em 1819 e restaurado em 1992/1993 pelo Serviço Social do Comércio - SESC, tornando-se um centro cultural. Atualmente, é ponto de encontro de intelectuais e oferece programação cultural, salas para apresentação de peças de teatro, concerto e outras atividades. Tem ainda um bar que funciona de terça a domingo. Rua 13 de Junho, s/nº, Porto, (65) 3616-6900.


CASA CUIABANA

Casa de construção colonial em taipa e adobe sobre alicerces em pedra canga. É um dos mais expressivos exemplares arquitetônicos de Cuiabá do Século XVIII. É hoje utilizada para difusão cultural, com teatro de arena e exposições constantes de artes e artesanato.


MUSEU DO ÍNDIO (RONDON)

Criado em 1972 pela UFMT, com a função de pesquisar grupos indígenas de MT. Mantém exposição de artesanato, armas e ornamentos indígenas. Aberto de seg à sex 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30, sáb, 7h30 às 11h30, entrada franca. Campus da UFMT - Parque Aquático, (65)3 615-8489.


PARQUE MÃE BONIFÁCIA



Antiga sede de treinamento do exército, tem destaque na paisagem urbana com 77 ha de área verde, espécies nativas da fauna e flora do cerrado, áreas recreativas e de esportes. Av. Miguel Sutil.



Cuiabanês (Dialeto cuiabano)

Ansi: Assim.

Apurado: Nervoso, preocupado.

Arrodiar: Rodear.

Aúfa: muito e/ou bastante. Já trabalhei aúfa!

Chinchar: Puxar. Sossega, criança, larga de chinchar meu cabelo.

Chuçar: Furar, espetar.

Cordeiro: Pessoa que gosta de contar vantagem, ser metida. "Só porque ganhou uma bicicleta vai ficar todo cordeiro."

De um tudo: De tudo. Já fiz de um tudo, chia lá.

Demais de: Acompanhado de substantivo e/ou adjetivo, forma ou aumentativo e/ou superlativo respectivamente.

Demais de povo: Muita gente.

Demais de quente: Quentíssimo.

Dona menina: Expressão de tratamento usada para referir-se à pessoa com quem se fala, sem dizer o nome próprio.

Duro: forte. O adjetivo forte é usado como advérbio. Desceu o rio, piloteando duro. Bate duro, se não a porta abre?

É ah!: Expressão indicativa de espanto, admiração.

É bem aí assim: É logo ali; é perto.

Esse um: Esse.

Fofar: Fartar-se, encher. Usado na expressão Até fofar. Equivalente a demasiado Comeu até fofar. Guri: Menino.

Guria: Menina.

Gurizada: Meninada.

Incutido: Empenhado, disposto, "coisa que não sai da cabeça".

Influído: Concorrido. Teve festa demais de influído.

Sem graceira: chateação, falta de sossego, inquietação - "Larga de sem graceira criança!"

Variado: Nervoso, agitado, louco.

Vixe!: Puxa! Expressão indicativa de espanto.

Vôte!: Expressão indicativa de espanto, repulsa. (Nota: a entonação da voz é que determina o significado).




Foto: Visão noturna Avenida do CPA



Fonte: Agenda Centro Oeste





Este é um pouquinho da nossa cultura regional...
Espero que gostem!!!










terça-feira, 8 de abril de 2008

Parabéns à Cuiabá de todas as faces pelos seus 289 anos!


















Ângulos de Cuiabá, que eu nunca vi na internet.





Lugares esquecidos da nossa Capital.






Pela falta de qualidade das fotos, já dá pra perceber que são minhas.

Parabéns Cuiabá!