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sábado, 6 de setembro de 2008

Cururu e siriri: o resgate de duas tradições que colorem Mato Grosso


LUNA KALIL
Enviada especial a Cuiabá (MT)*

Duas manifestações folclóricas típicas da região pantaneira poderiam ter sido extintas se não fosse a dedicação de gerações em passar para frente os versos, passos e seqüências que fazem parte da cultura popular de Mato Grosso. Tradições seculares de origem indígena, mais populares nas zonas rurais e ribeirinhas, o cururu e o siriri não foram registrados em livros, nem em museus. Eles foram passados de geração para geração, de pai para filho, e devem sua sobrevivência à tradição oral. Até hoje, há pouca bibliografia sobre o assunto e os estudos que existem se baseiam normalmente nos relatos e na memória de alguns personagens que, aos 50, 60, 70, 80 e quase 90 anos de idade, contribuem para manter a tradição viva.

Assim como as escolas de samba no Carnaval, os grupos de siriri ensaiam o ano inteiro para, em agosto, mês do folclore mato-grossense, se apresentarem no festival em Cuiabá. Nos meses que antecedem o evento, eles se reúnem de duas a três vezes por semana para o treino.

Durante o festival, são 30 minutos de apresentação para cada grupo, mas que parecem durar uma eternidade. Dos dois lados do palco, os músicos tocam em uma pequena plataforma, dando força à coreografia. Os mais velhos, com lágrimas nos olhos, se orgulham da tradição pantaneira. Os mais novos, que antes tinham vergonha de dançar, mantêm o sorriso no rosto durante quase todo o espetáculo. Na arquibancada, crianças e adolescentes acompanham os passos ao ritmo dos grupos agitando a estrutura de metal. No siriri, ganham vida e interagem nas coreografias elementos de outras culturas, como o bumba-meu-boi e animais como o pássaro tuiuiú e a cobra sucuri.

A mulher que não deixou o siriri morrer

"Você está muito Parintins com esse cinto", diz com humor a turismóloga Ligiane Dauzacker para Dona Domingas, apontando para o cinturão de penduricalhos indígenas que a fundadora do primeiro grupo de siriri de Cuiabá carregava ao redor de seu corpo. Ligiane se referia à tradição folclórica amazonense, que tem alguns elementos semelhantes ao cururu e siriri de Mato Grosso. Dona Domingas caminhava em direção à porta da sala de imprensa, logo após ter dado uma entrevista para os jornalistas de São Paulo e do Rio, levados pela primeira vez para assistir ao festival em Cuiabá.

Dona Domingas é Domingas Eleonor da Silva, uma das lendas vivas da dança popular mato-grossense. "Eu sou uma das mães do siriri", se autodefine a cuiabana de 53 anos, que "há 47 " ajuda a resgatar a o folclore da região. Nascida na comunidade ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio, região onde surgiu a cidade de Cuiabá, foi a primeira mulher de Mato Grosso a tocar o tamborim e ganhou fama por enfrentar de igual para igual cururueiros em roda.

Alfa Canhetti/Divulgação
Apresentação do grupo Flor Ribeirinha, um dos mais tradicionais de Cuiabá, na 7ª edição do Festival Cururu Siriri

VEJA MAIS FOTOS DE CURURU E SIRIRI

Hoje preside a Federação das Associações dos Grupos de Cururu e Siriri do Estado de Mato Grosso, que, recentemente, ganhou até uma sala dentro da Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá. "Enquanto eu for a presidente das associações, o festival será gratuito, para dar oportunidade para quem quiser ver."

A cuiabana, que fundou há 17 anos o grupo Flor Ribeirinha, um dos mais conhecidos na capital mato-grossense, diz ter no sangue a tradição indígena da dança e da música.

Siriri e cururu

'Brincar de dançar o siriri' é uma prática também encontrada no Nordeste e em outros Estados brasileiros. Em Mato Grosso, ele é dançado por crianças, homens e mulheres em rodas ou fileiras formadas por pares, que acompanham toadas cujos temas mudam de verso para verso e cujas composições exaltam santos, cidades, a natureza e até pessoas. Tocado em festas e reuniões, a origem do nome siriri é obscura e alguns acreditam ter esse nome em referência a um bicho homônimo.

Na dança, as meninas e mulheres mexem as longas e coloridas saias (com estampas florais) e batem os pés descalços no chão, um ritual que serve para tirar o mau espírito, que, segundo Dona Domingas, é mantido para não desapontar a tradição indígena; os homens e meninos acompanham a toada e os passos com palmas e pisadas fortes. "Eles usam sapatos porque fazem uma espécie de sapateado", explica. Os grupos de siriri têm diferenças entre si: há alguns mais lentos e outros têm batidas distintas na viola de cocho. "As diferenças valorizam a tradição. Por isso, devemos manter cada grupo do jeito que eles são."

"O cururu é pra cantá;
o cururu é pra dançá,
e agora vamos falá;
da linda Cuiabá"
(estrofe da composição "Avoa, Avoa Tuiuiú")

Veja vídeo sobre o Festival Cururu Siriri 2008:


O cururu é um ritmo tocado somente por homens que se vestem elegantemente, com improvisações e repentes elaborados na hora. Alguns versos são feitos de improviso, outros já estão na memória do povo. Segundo contam os "mestres", no passado, os versos eram feitos, entre outras coisas, para conquistar mulheres. O ritmo se apresenta em roda e, ainda hoje, mantém a característica de desafio, em letras que exaltam as belezas naturais da região, como a Chapada dos Guimarães e a fauna do Pantanal, e temas religiosos.

A viola de cocho, elemento essencial

Típica da região pantaneira, a viola de cocho é um dos instrumentos-base do cururu e do siriri. Mesmo com poucas notas, é um elemento fundamental para o ritmo. Esculpidas em madeira inteiriça de vários tipos, são feitas artesanalmente e levam cerca de oito dias para ficar prontas. Geralmente, medem 70 cm de comprimento e 25 de largura. São cinco cordas, confeccionadas de vários tipos de materiais, entre eles, a fibra vegetal e a linha de pesca.

Além da viola, o cururu e o siriri também são acompanhados pelo ganzá, conhecido como reco-reco, e pelo mocho ou tamboril, espécie de banco de madeira com assento feito de couro cru, instrumento que não pode parar de ser tocado durante a apresentação, já que sua batida é essencial para os ritmos. Para fazer cururu são necessários pelo menos dois cantadores, um tocando viola de cocho e outro ganzá.

Um dos produtores do instrumento mais requisitados do Estado é Alcides Ribeiro, filho de um dos cururueiros mais antigos de Cuiabá, Caetano Ribeiro dos Santos, conhecido por Seo Caetano, de 83 anos. Manoel Severino de Morais, 79, outro mestre do cururu, também ajuda na produção caseira do instrumento, que pode custar até R$ 480. Em Mato Grosso, há mais de 50 artesãos que produzem a viola de cocho.

Artesão mostra como produz a viola de cocho; veja:


O festival que acontece em agosto

Há sete anos, a festa elaborada para celebrar manifestações culturais típicas reúne grupos de todo o Estado e resgata a origem das culturas da região pantaneira. "Um povo sem cultura não existe", diz Dona Domingas.

O festival, que este ano aconteceu de 28 a 31 de agosto, é uma espécie de Carnaval típico e exclusivo de Mato Grosso. Logo após o término do evento, figurinistas, maquiadores, coreógrafos e professores talentosos já começam a trabalhar na preparação do ano seguinte, em que são escolhidas novas toadas, assim como os sambas-enredos do Carnaval, e são preparadas as novas coreografias. Os santos homenageados costumam acompanhar os grupos dentro e fora dos palcos e figuram entre os elementos cruciais das apresentações.

Segundo Dona Domingas, a parte religiosa serve para estimular o grupo. "Sem ela, a dança perde a força." Em 2008, o grupo Flor Ribeirinha homenageou a Nossa Senhora do Pantanal.

Festival Cururu Siriri de Cuiabá
Quando: em agosto
Onde: na praça Cururu Siriri, na região do porto, em Cuiabá (MT)
Quanto: entrada franca
Mais informações: www.festivalcururusiriri.com.br

* A jornalista LUNA KALIL viajou a convite da organização do festival

Fonte: UOL Viagem

terça-feira, 3 de junho de 2008

A Programação do XXIV FESTIVAL DE INVERNO DE CHAPADA DOS GUIMARÃES já está no ar!


XXIV FESTIVAL DE INVERNO DE CHAPADA DOS GUIMARÃES

"Chapada e o Sonho"

Notícias

Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco (santo italiano, nascido em 1815 e fundador da Ordem dos Salesianos) teve um de seus famosos sonhos. Um dos trechos que ele relatou diz o seguinte: Entre os paralelos de 15º e 20º havia uma depressão bastante larga e comprida, partindo de um ponto onde se formava um lago. Então, repetidamente, uma voz assim falou: "...quando vierem escavar as minas ocultas, no meio destas montanhas, surgirá aqui a terra prometida, vertendo leite e mel. Será uma riqueza inconcebível..."

Esses sonhos permitiram e permitem várias interpretações e há quem diga que esse lugar com o qual Dom Bosco sonhou é a Chapada dos Guimarães... O fato é que esse sonho poderia estar vislumbrando locais com riquezas naturais ímpares, ideais para o desenvolvimento de um turismo sustentável, vejam só:
A linha do Equador divide o planeta em hemisfério sul e norte. O paralelo S15 é uma linha paralela à do Equador que corta o Continente Sul Americano do Atlântico ao Pacífico em sua região central. Em seu caminho cruza com cidades cujo patrimônio ambiental e cultural é de grande valor para a humanidade. Dentre esses patrimônios, citamos, por exemplo: Porto Seguro e Ilhéus, Brasília, Perinópolis, Goiás Velho, Serra do Roncador, Cuiabá e Chapada dos Guimarães, Curvelândia, Reserva do Cabaçal, Vila Bela de Santíssima Trindade, Chiquitos Bolivianos, Lago Titicaca e Planície de Nasca.
A rota que permeia os locais acima citados foi chamada de "Rota do Sonho" (uma referência ao Sonho de Dom Bosco). Trata-se, por excelência, de uma Rota Mística e Cultural, nomes como Pedro Álvares Cabral, Lúcio Costa, Cora Coralina, Coronel Falcet, os Artistas da Carta do Coração da América, Pascoal Moreira Cabral, Dom Aquino Corrêa, os padres jesuítas, Erich Von Danikem, dentre outros se inter-relacionam em aspectos análogos de misticismo e cultura.
Neste contexto, outro conceito que merece ser lembrado é o de meridiano, que é a linha imaginária que resulta de um corte efetuado em um modelo geométrico da Terra por um plano que contém o seu centro. O meridiano contém os pólos e é perpendicular aos Paralelos e à linha do Equador. O cruzamento das linhas define a localização de determinado local na terra, marcando a longitude e a latitude. O Medidiano W55 atinge uma área que começa um pouco antes do Rio dos Peixes em Cuiabá e termina na Cachoeira da Fumaça em Jaciara, sendo que as águas termais da Serra de São Vicente também estão na linha.
Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Campo Verde e Jaciara são os municípios que estão no cruzamento do Paralelo S15 com o Meridiano W55 (meridiano oeste, cinqüenta e cinco graus). Neste cruzamento geodésico estão concentrados 55 atrativos à margem de estradas e rodovias, cuja visitação ultrapassa 320 mil turistas/ano, segundo fontes da revista Exame Turismo 2007. Daí o nascimento da "ROTA W55" - uma rota riquíssima em atrativos naturais, culturais e místicos dentro do Estado de Mato Grosso. Em 2008, a "Rota W55" será trabalhada no conceito do tradicional evento do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, cujo tema será "Chapada e o Sonho". O XXIV Festival de Inverno ocorrerá no período de 28 de junho a 05 de julho. Vale a pena conferir...

O 24° Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães será lançado no próximo dia 10 de junho
Data: 30/05/2008

Da Assessoria do Festival

O 24° Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães será lançado no próximo dia 10 de junho (terça-feira), no Salão Nobre do Palácio da Instrução, em Cuiabá, às 9 horas. Com o tema "Chapada e o Sonho", este ano o Festival se propõe a investigar e discutir a vocação mística da cidade de Chapada dos Guimarães, tendo como ponto principal o famoso sonho profético do missionário Dom Bosco, datado de 1883. O Festival acontece de 27 de junho a 5 de julho.

Este também será um festival “para todos os gostos e estilos musicais”, conforme observação da secretária de Cultura, Turismo e Meio Ambiente de Chapada, a jornalista Emyle Pellegrim, que está à frente da organização do evento. Ela se refere à eclética programação musical desta edição. Daniela Mercury, Cordel do Fogo Encantado, Dudu Nobre, Pitty e a dupla Mayck e Lyan estão entre as diversas atrações nacionais.

As atrações regionais já confirmadas são: Vanguart, Vera Capilé e Abel Santos, João Eloy, Macaco Bong, Paulo Manarco, Napoleão de Paula, Caruru, Cururucuia, Triêro, Côro Práticutucá, Grupo Som do Mato, Beija Flor e a Orquestra Sinfônica da UFMT, entre outros artistas e bandas.

A vasta programação cultural do Festival inclui ainda mostra de audiovisual, exposições de artes plásticas e fotográfica, artesanato, dança, teatro, apresentações folclóricas, lançamentos de livros e palestras com escritores. Sem falar nas programações ecológica e esportista, nas quais estão previstos eventos como as Caminhadas de Inverno, o 1º Campeonato de Paintball e outras atividades.

Chapada e o Sonho

O esoterismo de Chapada dos Guimarães, que abriga harmoniosamente várias religiões, é revisitado no tema principal do Festival, onde o Sonho do missionário Dom Bosco virá de pano de fundo para as atividades.

Há 125 anos, mais precisamente no dia 30 de agosto de 1883, o missionário – hoje santo - italiano, nascido em 1815 e fundador da Ordem dos Salesianos, relatou a visão de um local, entre os paralelos de 15º e 20º, onde existia “uma depressão bastante larga e comprida, partindo de um ponto onde se formava um lago” e que lá, "quando vierem escavar as minas ocultas, no meio destas montanhas, surgirá aqui a terra prometida, vertendo leite e mel. Será uma riqueza inconcebível".

Muitos acreditam que o lugar com o qual Dom Bosco sonhou é a Chapada dos Guimarães. A linha do Equador divide o planeta em hemisfério sul e norte. O paralelo S15 é uma linha paralela à do Equador que corta o Continente Sul Americano do Atlântico ao Pacífico em sua região central. Em seu caminho, cruza com cidades cujo patrimônio ambiental e cultural é de grande valor para a humanidade.

Dentre esses patrimônios, citamos, por exemplo: Porto Seguro e Ilhéus, Brasília, Pirinópolis, Goiás Velho, Serra do Roncador, Cuiabá e Chapada dos Guimarães, Curvelândia, Reserva do Cabaçal, Vila Bela de Santíssima Trindade, Chiquitos Bolivianos, Lago Titicaca e Planície de Nasca.

A rota que permeia os locais acima citados foi chamada de "Rota do Sonho" (uma referência ao Sonho de Dom Bosco). Trata-se, por excelência, de uma Rota Mística e Cultural.

O conceito deste ano do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães quer reforça a presença da cidade nessa rota.

Rota W55

O Medidiano W55 (meridiano oeste, cinqüenta e cinco graus) atinge uma área que começa um pouco antes do Rio dos Peixes, em Cuiabá, e termina na Cachoeira da Fumaça, em Jaciara, incluindo as águas termais da Serra de São Vicente.

Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Campo Verde e Jaciara são os municípios que estão no cruzamento do Paralelo S15 com o Meridiano W55. Neste cruzamento geodésico, estão concentrados 55 atrativos à margem de estradas e rodovias, cuja visitação ultrapassa 320 mil turistas/ano.

Daí o nascimento da "ROTA W55", uma rota riquíssima em atrativos naturais, culturais e místicos dentro do Estado de Mato Grosso. Em 2008, a "Rota W55" será trabalhada no conceito do tradicional evento do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães. Um sonho de festival!



Programação de Shows de Expressão Nacional

28/06 - Daniela Mercury
29/06 - Cordel do Fogo Encantado
04/07 - Dudu Nobre
05/07 - Pitty
06/07 - Myck & Lyan

As atrações regionais já confirmadas são: Vanguart, Vera Capilé e Abel Santos, João Eloy, Macaco Bong, Paulo Manarco, Napoleão de Paula, Caruru, Cururucuia, Triêro, Côro Práticutucá, Grupo Som do Mato, Beija Flor e a Orquestra Sinfônica da UFMT, entre outros artistas e bandas.

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segunda-feira, 3 de março de 2008

Está aberta exposição sobre colonização japonesa: veja toda a programação do centanário em Mato Grosso aqui!



A exposição é chamada “Memórias e raízes: a colonização japonesa em Mato Grosso”. O evento faz parte da programação estadual das comemorações do centenário da imigração japonesa.

A mostra que, além da capital, percorrerá municípios do estado por dois meses, divulgará os costumes e a cultura oriental, por meio de fotos, roupas, brinquedos e outros objetos característicos do Japão.

As peças orientais ficarão à disposição da população da capital na galeria da Secretaria do Estado de Cultura.

Confira a programação:

MARÇO
Dia 04 - Cuiabá - Palácio da Instrução - Exposição 100 anos Intercâmbio Brasil-Japão
Dias 11 a 14 - Japão/Tóquio - Participação Especial de MT na Foodex 2008
Dia 27 - 19h - Cáceres - Abertura das comemorações do Centenário no Município de Cáceres

ABRIL
Dia 04 - 20h - Cuiabá - Senar/MT - Concurso Miss Centenário Mato Grosso
Dia 06, 07 e 08 - Cuiabá - Palácio das Artes Marciais ‘Uilson Sinohara’ - Campeonato Inter-Estadual de Artes Marciais - MT, MS, GO, DF
Dia 20 - Cáceres - Torneio de Pesca da Comunidade Nipo-Brasileira
Dia 24 - Cuiabá - Seminário sobre mercado de crédito carbono no Japão

MAIO
Dias 02 a 09 - Cuiabá - SEMANA DE MATO GROSSO - Integração Nipo Mato-grossense (Aniversário de Mato Grosso - 09 de Maio)
Dia 09 - Cuiabá - SEMANA DE MATO GROSSO - Sessão Solene Governo de Estado de Mato Grosso
DATA A CONFIRMAR - São Paulo - Participação Miss Centenário Nacional
Dia 18 - 8h às 18h - Várzea Grande - Estádio de Beisebal UNDOKAI DO CENTENÁRIO - Evento Poli Esportivo - Cuiabá, VG, Cáceres, Rondonópolis, Tangará, Sinop, Dom Aquino
Dia 25 - Várzea Grande - Estádio de Beisebal - Campeonato Estadual de Guettobal
DATA A CONFIRMAR - Cuiabá - Seminário Internacional de Segurança Pública
DATA A CONFIRMAR - Cuiabá - ENIPEC
Dia 29 - Cuiabá - Seminário sobre oportunidades de comércio com o Japão

JUNHO
DATA A CONFIRMAR - Cuiabá - Centro de Eventos Pantanal - III LITERAMERICA - Lançamento do Livro e DVD Memórias da Imigração Japonesa em Mato Grosso
Dias 08 a 15 - 8h - Cuiabá - Lançamento do Livro e DVD Memórias da Imigração Japonesa em Mato Grosso
Dia 8 a 15 - Poconé - Encontro de Reitores do Brasil e do Japão
DATA A CONFIRMAR - Cuiabá - Apresentação do espetáculo “Subindo a Montanha pela Primeira Vez”
Dia 16 - 9h - Cuiabá - Parque Estadual Massairo Okamura - Culto em Memória aos Antepassados
Dia 16 - 9h - Cáceres - Culto em Memória aos Antepassados
Dia 18 - 8h - Cuiabá - Praça Okamura - Inauguração do Monumento 100 anos da Imigração Japonesa no Brasil DATA A CONFIRMAR - Cáceres - Sessão Solene: homenagem com entregas de títulos Cidadão Cacerense
Dias 26, 27 e 28 - Cáceres - Festival de Gastronomia Japonesa e Exposição Cultural

JULHO
Dias 04 a 15 - Cuiabá - EXPOAGRO - Exposição Contribuição dos Japoneses na Agricultura de MT
Dias 08 a 10 - Japão/Tóquio - Participação da Comitiva Mato-grossense na viagem do Presidente da República do Brasil como convidado na Reunião Ampliada do G-8
Dias 22 a 25 - Cuiabá - Centro de Eventos Pantanal; Seminário Internacional de Áreas Alagadas - INTECOL

AGOSTO
DATA A CONFIRMAR - Início do Torneio Interestadual de Beisebol - Fase Classificatória de MT
DATA A CONFIRMAR - Sinop - PROMADEIRA 2008

SETEMBRO
Dia 07 - Cáceres - Desfile com Carro Alegórico em Homenagem ao Japão
Dias 16 a 18 - Cuiabá - Seminário Internacional de Biocombustíveis - BR 2008
Dias 20 a 28 - Cáceres - Festival Internacional de Pesca - Barraca de Alimentação e Apresentação Cultural
Dias 27 a 31 - Cuiabá - Semana do Servidor Público Estadual - Integração dos Servidores valorizando talentos brasileiros e japoneses - Homenagens

OUTUBRO
Dia 17, 18 e 19 - Cuiabá e VG - Torneio Interestadual de Beisebal - Fase Eliminatória MT, MS, DF, GO,TO

NOVEMBRO
Dias 15 e 16 - Cáceres - Campeonato de Tênis de Mesa
DATA A CONFIRMAR - Cuiabá - Visita de empresários japoneses a Centros de Excelência em MT

DEZEMBRO
DATA A CONFIRMAR - Cuiabá - Encerramento das Comemorações do Centenário.

Fonte: Redação da TV Centro América com assessoria


Parabéns à Comunidade Nippo-brasileira pelo Centenário da Imigração Japão-Brasil, e obrigado pela enorme contribuição que têm dado à nossa cultura e desenvolvimento.

Oportunidades de comércio e Investimento

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

"Clássico dos Milhões" Centésima Edição (Mixto x Operário-VG): EU FUI!


Eu nunca havia ido ao Estádio Governador José Fragelli, o "Verdão" para assistir a um jogo de futebol. Só fui para eventos do tipo "Festival Internacional do Folclore" e coisas do gênero.
Pois então, nada melhor que o centésimo "Clássico dos Milhões" para esta estréia. E foi assim...
Na companhia do meu cunhado, operariano, estive mesmo de camisa do Grêmio, na torcida do Operário, nas gerais do Verdão.
Gente bacana. Torcedores empolgados. Personalidades importantes da sociedade matogrossense. Ex-atletas dos tempos de ouro do nosso futebol. Todos num mesmo clima de festa e de solidariedade ao clube, acolhiam com gentileza os recém-chegados como eu.
Até o Nasser, um dos mitos operarianos, eu conheci nessa tarde de domingo de dez de fevereiro.
Confesso que a simpatia dos torcedores operarianos me cativaram e acabei de fazer a minha escolha por um clube local, coisa que eu não tinha desde 1983 quando aqui cheguei.
Claro, continuo Gremista até na Lua, mas agora o Operário tem a minha simpatia, até porque, moro em Várzea Grande já há alguns anos.


OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE LTDA
Fundação: 01/05/2002
Várzea Grande – MT
Cep: 78110-310
www.operariofutebolclube.com.br
Campo de Jogo: Estádio Gov. José Fragelli "Verdão"
Cores: branco, vermelho e verde.


MIXTO ESPORTE CLUBE
Fundação: 20/05/1934
Cuiabá – MT
Cep: 78000-000
www.mixtoec.com.br
Campo de Jogo: Estádio Dutrinha
Cores: preto e branco.




Clássico dos Milhões não teve vencedor e o Chicote mantém o Tabu de 23 meses sem perder do Mixto.

10/02/2008


Mixto 1 x 1 Operário

Com um publico sensacional o clássico dos Milhões trouxe de volta a alegria ao povo Cuiabano. Houve inclusive tumulto nas bilheterias do estádio coisa que não ocorria há muito tempo, bom sinal. Como ninguém vai falar, falamos-nos, vários fatores contribuíram para isso um deles foi o envolvimento da imprensa e a organização da federação e das equipes. Apesar de que houve chiadeira da torcida por dois motivos uma ela tem razão outra não.

Queria ônibus a 1 real o prefeito Wilson Santo presente no clássico informou que a tarifa social é para os feriados e não aos domingos, mas pode estudar futuramente para os clássicos. Quanto a outra reclamação é que foi alegado na portaria que a entrada para estudante já tinha acabado, a lei manda no mínimo 20% da carga dos ingressos colocados a venda.

O jogo

O jogo começou bastante equilibrado em seu inicio, a torcida vibrava até em cobrança de laterais, mas o Operário foi se soltando e passou ser melhor em campo, passando a comandar as ações, mas como em clássico acontecesse de tudo, foi o Mixto que teve o melhor momento. Numa jogada na área o zagueiro Mauricio Canhão do Chicote perdeu o tempo da bola e tocou nela com a mão e o árbitro Mauricio Aparecido Siqueira, marcou pênalti. Na cobrança o goleiro Hernandes defendeu, levando a torcida operariana ao delírio.

Mas o Mixto não desanimou por ter perdido o pênalti e foi pra cima para tentar superar. Mesmo se poder contar com Dinei porque a documentação não ficou pronta o time tinha em Carlinhos Bala e Carlos Alberto sua grande esperança. Aos 42 minutos o gol aconteceu numa jogada sensacional envolvendo Carlos Alerto, Fernando e por ultimo Carlinhos Bala que recebeu um toque de calcanhar de Carlos Alberto deu apenas um tapinha e saiu para o abraço. Explosão geral da torcida alvinegra. Em seguida o Mixto teve tudo para aumentar a bola foi no travessão e Hernandes salvou na seqüência mostrando que o tricolor sentiu o gol.

No segundo tempo o Operário fez uma alteração e voltou decidido a mudar a história do jogo. Gilmarzinho tirou Junior Paraíba e colocou Jedson Barão. Em linda jogada de Renan aos 20 minutos ele ia fazendo um “alto” gol, mas o goleiro Douglas do Mixto fez defesa sensacional, evitando o empate. Mas não demorou muito aos 25 minutos o técnico Gilmarzinho resolveu o problema tirou Igor cansado e botou o atacante Marquinhos filho do técnico Marcos Birigui, minutos depois Renan faz boa jogada e manda bola na área lá estava Marquinhos para empatar o jogo. Já o técnico Arildo não deu a mesma sorte, minutos antes quando ainda ganhava o jogo tinha tirado o atacante Carlos Alberto para colocar o marcador Marcio, tomou o gol e ficou sem poder de fogo.

Ficha Técnica

Mixto - Douglas; Ezequiel, Evandro, Dentinho e Lucas; Bogé, Diego Nunes, Jean e Fernando; Carlinhos Bala e Carlos Alberto (Marcio). Técnico - Arildo Berdum.

Operário - Hernandes; Babalú, Odair Junior, Tiago Lugano, Mauricio Canhão e Fabiano; Dudu, Renan e Joel (Danilo); Jr. Paraíba (Jedson) e Igor (Marquinhos Birigui). Técnico - Gilmar Ferreira.

Arbitragem - Mauricio Aparecido Siqueira.

Renda e Público - não fornecidos

Fonte: http://www.futebolmatogrossense.com.br/


Estádio Governador José Fragelli, o "Verdão", que se candidata à sede da Copa 2014:


História

Iniciado em 1973, e com capacidade prevista para 50 mil pessoas e projeto arquitetônico de Silvano Wendel, o Verdão foi motivo de duras críticas à administração de Fragelli. Orçado em Cr$ 1.200.000,00, moeda da época, a obra que foi iniciada no Governo José Fragelli, seria finalmente concluída em 1976, já na administração José Garcia Neto.

No dia 12 de março de 1975, a equipe do Fluminense e a Seleção de Cuiabá se enfrentaram na partida que comemorava a conclusão parcial das obras, quando na oportunidade a equipe de Cuiabá entrou para a história balançando pela primeira vez as redes do “Verdão”. No ano seguinte, 8 de abril, o estádio era finamente concluído com a presença do Flamengo e um quadrangular entre os clubes da capital, Mixto, Operário e Dom Bosco, assistido por mais de 44 mil torcedores.

Copa de 2014

O estádio representa Cuiabá para ser candidata a ser sub-sede da Copa de 2014 no Brasil.

Fonte: Wikipedia


Localização desta coordenada no Mundo


Título:
Estádio Gov. José Fragelli - O Verdão

Descrição: Estádio Governador José Fragelli, também conhecido como Estádio Verdão. Localizado à Av. Agrícola Paes de Barros, no bairro com o mesmo nome, Verdão. Um belo ponto turístico de Cuiabá.

Coordenadas: -15.603020, -56.120849 (Latitude, Longitude)

Cidade: Cuiabá

Estado: Mato Grosso

País: Brasil

Fonte: PontosBR

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Programação de Carnaval em Mato Grosso

Confira a programação de carnaval em Cuiabá

A programação do carnaval de Cuiabá começa no dia 26 de janeiro com a escolha da Rainha do Carnaval, na praça Cururu Siriri. No dia 31, a atração é o baile da cidade no Clube Feminino. No dia primeiro de fevereiro, os foliões se reúnem na praça Alencastro de onde sai o desfile dos blocos.

Museu do Rio

As escolas de samba e os blocos também já iniciaram os preparativos para garantir a animação da festa. No Museu do Rio vão desfilar 17 blocos carnavalescos e duas escolas de samba: A Império do Sol e Casa Nova. Está última é estreante.

A Império do Sol já está com o samba-enrendo pronto. O presidente da escola, Cícero Vital, explicou que o tema é a fauna e a flora mato-grossense. A confecção de fantasias já começou e eles só aguardam a liberação de recursos para comprar todo o material necessário.

O valor do orçamento para o carnaval deve ser definido esta semana. Os repasses para os blocos e para as escolas de samba devem ser 50% maior que os do ano passado.

Shows

A expectativa da prefeitura é reunir cerca de 100 mil pessoas em mais de 80 shows populares distribuídos em nove pontos da cidade: Clube Feminino, Porto, Osmar Cabral, Tijucal, Planalto, Parque Cuiabá, CPA II, Distrito da Guia, Pedra 90. Haverá diversidades de ritmos: samba, pagode, rock, funk, lambadão, rasqueado, entre outros.

A festa começa no dia 26, com a escolha da Rainha do Carnaval, na Feijofolia, que ocorrerá na praça Cururu Siriri, com animação da bateria dos Blocos "Boca Suja" e "Agora o que é esse", das bandas Fissura, Kekebra e Karapulsa. Pescuma, Henrique e Claudinho também vão fazer uma participação especial.

A Rainha do Carnaval ganhará um prêmio de R$ 1 mil e acompanhará o Rei Momo Mário César, há 22 anos no reinado, nos festejos da cidade.

Bailes

Na quinta-feira, dia 31 de janeiro, o tradicional Baile da Cidade encherá de brilho o Clube Feminino. O Baile da Cidade será conduzido por marchinhas e canções que marcaram época.

Na sexta-feira, diversos carros, motocicletas e bicicletas se agregam num festival de confetes e serpentinas para reviver o corso, uma manifestação do carnaval na década de 20. A concentração ocorre na praça Alencastro. De lá, os foliões partem pela Avenida Getúlio Vargas, acompanhados pelo batuque dos blocos, que prometem apresentar seus carros repletos de criatividade. O objetivo é trazer à cena contemporânea, hábitos que marcaram os tempos de folia da cuiabania. O desfile de carros inaugura oficialmente o Carnaval Popular Cuiabano 2008.

No sábado, dia 02, começam os bailes populares nos bairros da cidade verde, o Grito Rock no Clube Feminino. Este contará com participação de 40 bandas, teatro, hip hop, grafite. Uma iniciativa do Espaço Cubo, com apoio da Cufa. Os bailes e o Grito seguem até terça-feira, com shows nacionais (Camila Vitorino, Kebradeira, Cinco por Cento, Unskarai) e bandas locais.

No domingo, a passarela do Samba Edivaldo de Camargo toma conta da praça Cururu Siriri. Desta vez, o circuito do samba mudará de local, da avenida beira Rio para a praça Cururu Siriri, também no Porto, onde serão montados 160 metros de arquibancadas para receber o público.

No domingo, descem à avenida o Cordão Recordar é Viver, capitaneado por Gilmar Fonseca, e os Blocos do Grupo A "O Que que é Esse", "Tradição", "Em Cima da Hora", "Gostoso Sou", "Unidos do CPA" e "Unidos do Porto". Na segunda, é a vez dos Blocos do Grupo B "Afro", "Nossa Raça", "Samba Folia", "Vai Vai do Cai Cai" e "Grêmio Novo Terceiro". Na terça-feira, dia 05, os Blocos do Grupo A "Gaviões do Tijucal", "Melados", "Boca Suja", "Banana da Terra", Escola "Império da Casa Nova", e Escola "Império do Sol".

Na quarta-feira de Cinzas, a partir das 18 horas, ocorre a apuração dos votos da escolha do campeão do Carnaval. O prêmio é o troféu "Nelson Felisberto Bueno (Nelsinho da Escola Marinheiros do Samba)".

Fonte: RMT Online

Prefeituras Investem em Programação

A menos de uma semana para o início do Carnaval, várias cidades mato-grossenses já preparam toda a infra-estrutura para receber os foliões da tradicional festa de momo, sobretudo aqueles que preferem curtir a festa da forma mais tradicional, na rua. Boa parte dos foliões de Cuiabá decide ir para o interior em busca de diversão e o Estado reserva festas peculiares em alguns municípios.

Na Baixada Cuiabana, além da Capital, as festas mais tradicionais e que costumam reunir milhares de pessoas são das cidades de Santo Antônio do Leverger, Nossa Senhora do Livramento e Chapada dos Guimarães.

Em Livramento, acontece há 14 anos o “Bananafolia”. A prefeitura espera reunir mais de 100 mil foliões nos cinco dias de festa. Neste ano, a programação também conta com cuidados familiares. Além de uma área de lazer exclusiva para crianças, todos os dias, das 21h às 23h30, bandas regionais animam o público com as conhecidas marchinhas carnavalescas.

Em Chapada, dois palcos animarão os foliões. Um palco estará no centro histórico da cidade, em frente à igreja matriz de Nossa Senhora de Sant´Ana, e outro no Centro Municipal de Eventos. A animação das noites fica por conta da Banda Bem Brasil. Os irreverentes blocos carnavalescos como o Bafo de Onça e Anta Baleada vão desfilar pela cidade. Em Santo Antônio, a festa acontece na praça central da cidade. Já a prefeitura de Várzea Grande não organizou carnaval popular.

Em Cuiabá, oito bailes populares promovidos pela Secretaria de Cultura estão programados nos bairros Porto, Osmar Cabral, Tijucal, Planalto, Parque Cuiabá, CPA II e Pedra 90. Na avenida Beira-Rio a população poderá assistir os desfiles de blocos e das escolas de samba da cidade. Costureiras se desdobram na preparação das fantasias.

Na quinta-feira, dia 31, o município também realiza o tradicional “Baile da Cidade”, no antigo Clube Feminino, que promete reviver as festas carnavalescas das famílias genuinamente cuiabanas.

Na região sul do Estado, Rondonópolis também promete fazer barulho. Ao todo, 10 bandas nacionais e regionais animarão as noites de Carnaval na pista do antigo aeroporto municipal da cidade. Dentre as bandas, estão as baianas Zeroseteum, Unskaraí, 5%, Kebradeira e a cantora Camila Vitorino. A novidade deste ano é a “Festa da Ressaca”, que acontece no domingo, 9, e tem como atração a cantora Gil, ex-vocalista da Banda Beijo.

No médio-norte, o carnaval de rua de Arenápolis, realizado há 16 anos, também deve reunir foliões de diversas regiões. Para este ano, a prefeitura programou o “Reencontro de Filhos e Amigos de Arenápolis”, festa que pretende trazer ex-moradores à cidade, que teve como auge econômico o período do garimpo nas décadas de 80 e 90.

Em Sinop, a folia acontece na praça Plínio Calegaro, que foi reformada pela prefeitura para a realização do evento. Lá, foi instalada uma arquibancada com capacidade para 3,2 mil pessoas sentadas e dispõe de 36 camarotes. Para o conforto do público, estão sendo instalados 25 banheiros químicos. Ao som de bandas regionais, a festa terá cinco telões. Desta vez, a prefeitura preparou o “Quintal da Folia”, espaço reservado para crianças. Para isso, serão disponibilizados pula-pula, piscinas de bolinhas e outros brinquedos.

Já na fronteira com Goiás, Barra do Garças promove o “Carnaval das Galáxias”, tema escolhido em alusão ao “discoporto” da Serra Azul, conhecido por supostos aparecimentos de discos voadores e objetos voadores não-identificados (Ovnis). Duas bandas de Goiânia animam a folia: Magia Cor e Futrikar. Para crianças e adolescentes, haverá matinês no domingo e na terça-feira de Carnaval.
Fonte: RDM Notícias/Diário de Cuiabá


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